O sol quase se punha na cidade que ficava em meio ao topo de um dos picos mais altos daquelas terras,
ambos, ela e seu mais fiel amigo e escudeiro, caminhavam entre a multidão, onde cada um buscava findar seu dia à maneira que melhor lhe parecesse.
Eles estavam a procura de um templo, à seus olhos, convencional.
Encontraram.
Paredes brancas com adornos em ferro de figuras humanas e angélicas.
O templo estava lotado, a cerimônia começaria dentro de uns instantes, e eles, ali, curiosos, sem nem saber onde estavam, adentraram no lugar.
As pessoas se dividiam em grupos, um coro de crianças cantava louvores, cujas letras eram cantigas tradicionais infantis. Havia um grupo de mulheres e outro de idosos.
Os dois se sentaram onde preferiram, ela recostou a cabeça na lateral do banco e observava os louvores. Os idosos se entreolhavam e por hora soltavam frases cheias de mitos misteriosos sobre o lugar que escolheram se sentar.
Todos ali esperavam a entrada de alguém que parecia que iria dirigir a cerimônia, ou qualquer outra coisa que aquilo significasse, e o chamavam de " criador".
Ele entrou, um jovem, meio oriental, um velho amigo, correu ao seu encontro! Ela não acreditava que pudera revê-lo ali, algo simples que fora tão sacralizado, dissera até que fora trancafiado, escondido...dificultoso, e dificil de encontrar...talvez.
Saíram dali, havia muito o que falarem, seguiram entre cômodos e saíram num campo, em cujo a vista se perdia. Ali, de mãos dadas estava também uma menina, que quase fora arrastada, por
ambos, para estar á presença dos dois; do oriental e dela.
Àqueles que os viam passar pelo caminho, poucos, apenas alguns, não viam o caminho de grama verde, apenas enxergavam pedras pontiagudas, morte e destruição, mas ele, o oriental, alertava-a de que ali, onde os demais não podiam ver porque impediam a si próprios, havia uma cachoeira, ela, porém....não via, mas confiava.
Caminharam mais a frente e viram.....uma bela cachoeira.
* Hanta - noivo (judeu)
Havia um castelo alto, ladeado por nuvens tão densas e firmes que delas não se podia cair,
Era uma torre que transpassava os céus num lugar cujo cheiro não pertencia à face da Terra. Ali viviam alguns que foram buscados num futuro distante para que viessem hoje a fazer parte daquela missão, criados e educados com esse fim, ali eles viviam. Havia um mago cuja voz não se podia ouvir com os ouvidos, mas seus olhos eram como pedras preciosas presas na bainha de uma espada. Em sua mesa, que se movia conforme a história se fazia e se tecia, havia um livro, cujas letras esperavam intactas para serem ali gravadas qdo chegasse a hora exata. E a hora chegou, qdo todos saíam da sala, ela permaneceu ali e viu que a mesa se moveu para ela e as letras num só bailado abriram o livro e ali se registraram.
Era chegada a hora dela saber que deveria cumprir aquilo para qual foi designada e educada, aquilo que ela era essencialmente.
Um medo gelado percorreu cada vértebra do seu corpo, e ela sabia que era o olho daquele furacão que estavam manipulando. Sentiu pavor, medo e solidão quando soube que deveria descer da torre mais alta, do castelo mais longinquo, da dimensão quase intocável.....
Mas havia um amigo fiel que com ela veio cumprir os desígnos da Lei.
Desceram da torre, transpassaram os portais do tempo e dos mundos e aqui pisaram.
Chegando na face da Terra viram o mal personificado nas ações humanas, coisa que em seu mundo já não existia mais, viram sofrimento, dor e desespero, sobretudo para aqueles que haviam se tornado um impecilho e uma força contrária à evolução.
Meio sem saber para que viera, já confusos sobre o ideal da missão para a qual haviam sido designados, da qual eram a espinha dorsal, ela sabia....sabia algo...sabia que uma grande onda encobriria todo aquele lugar, iria destruir, lavar e purificar, tudo ás custas de mto sofrimento....
Qdo menos percebeu estava sendo levada, seu corpo estava mudando de forma, mudando de cor....mudando sua dimensão corporal, e se transformou naquela água, na água da taça que se lançava agora sobre a face da Terra, nas águas que jorram agora sobre este outro mundo.....menina azul...azul do céu que se reflete nas águas.....
Saqueados do futuro,
Caíram no orco meio sem rumo,
Entre pedras e flores dançam suas almas
no meio da incoerência de sua prórpia existência.
No eterno teatro de encontrar o sabor, de ser o que se é em face oculta e revelada.
Aqui, pisam as sementes de tempos vindouros, bem aqui onde fervilham alguns sedentos de sangue divino e que buscam respostas em sacrifícios cerrando os olhos aos de sacro-ofício.
Almas - borboletas...
Vens, num bailar ledo encher a taça de água cristalina,
Vens, num olhar risonho, encher os corações de sonhos,
Vens, tocar o sino anunciando dias de júbilo,
Vens de sapatos azuis e laços de fitas verdes laurear as montanhas dançantes.
Vens temperar os gigantes adormecidos entre couraças e carapaças.
Vens, porque é preciso!
Vens, exatamente por isso..
Porque nasceste do próprio sonho de Deus.
" Quando você se sentar no conforto de sua sala e começar a condenar as atrocidades que acontecem pelo mundo ou dizer o quanto vc fica triste por mais um terremoto, isso é simplesmente papo furado, esta é a definição exata de "papo furado". O vegetarianismo é uma chance que você tem de realmente fazer alguma coisa real sobre essa compaixão que todo mundo sempre fala. Esta é a chance de mostrar aos outros o quão verdadeiramente pacífico você é." (Gary Yourofsky)
" A natureza era concebida como um grande ser vivo, dotada de uma alma universal ( a Alma do Mundo) e feita de laços e vínculos secretos entre todas as coisas, unidas por simpatia e desunidas por antipatia. O homem era concebido como parte da natureza e como um microcosmo no macrocosmo (isto é, um pequeno mundo que espelha e reproduz a estrutura e a vida do grande mundo, ou o Universo) e por isso pode agir no mundo por meio de conhecimentos e práticas que operam com as ligações secretas entre as coisas, isto é, por meio da magia natural e da alquimia." ( Convite à Filosofia - Marilena Chauí)
No meio do círculo ela adormeceu, cercada, mas não cerceada...
Serafins e querubins guardavam o sono do corpo e aguardavam o despertar do espírito latente naquele veículo tão limitado.
Entre passos vagava entre os mundos, desperta ....adormecida....adormecia...despertava. Numa mistura de Ego e Consciência caminhava...
Ora buscavam-na para que não perdesse o fio que a ligava aos mundos de onde viera e logo a traziam de volta ao desconhecido.
Caminhava, vivia, absorvia e transmutava forças e valores de um outro Sistema.
Mudanças fisicas e intervenções quase cirurgicas sempre eram necessárias.
A lembrança, estranha, sem parametro racional sobrou quando acordou...
Pessoas pedindo para que descansasse..."Mas acabei de acordar!? Como assim?", a mente sem se recordar e o corpo dolorido como o de quem volta de uma longa caminhada....cheiros...éter...adormeceu...acolheu o conselho de quem lhe quer o bem...o Bem.
A mais recente? Lembrança ou fato ocorrido?....a imagem e a sensação....sim...um fino fio de prata, como um arame, entrando pelo olho esquerdo......
Só um sonho...........dor de cabeça? ...pura coincidência.
No mundo do silêncio móvel vejo praias brancas,
ouço minha própria respiração neste corpo que hoje eu habito e fico pensando...
Será que algum dia não sentirei mais essa solidão gelada que me machuca tanto?
Acho que por mais que tenhamos amigos, familiares e um grande amor, jamais, o Homem, "deixarei" de me sentir assim....sozinha....
Enquanto o dragão de asas claras sobrevoa minha cidade, eu sigo neste turbilhão, completamente contrário à minha natureza .....temperança natural....
Que seja Divinamente necessário, proveitoso, natural......não sei.
Sentei-me aqui e digitei este texto sem sentido, palavras soltas, brotadas da alma, hj....chorosa, dolorida, com saudade.... com rebeldia, mas crente,
fielmente crente que Tú guias os meus passos e em Ti eu confio plenamente, poderia dizer até cegamente, se não fosse a ponta de consciência que nasce a cada dia.
Sim, meu Eterno conforto, quero eu estar viva em Teus sonhos.
Que minha falta de consciência, que minhas dores não me impeçam de realizar a Tua Obra na face da Terra, Ó Deus da minha vida.
É preciso que sejamos uma falha no Sistema!!!!
Não reproduza esse Sistema falido e desumano, faça a diferença nos lugares que vc frequenta, para as pessoas que vc conhece!
Em que ponto o Homem se separou de sua verdadeira natureza? Onde nos disseram que nosso corpo não é capaz de caminhar longas distâncias e q precisamos de automóveis?Que não podemos criar regras morais e que dependemos de um Governo para isso? Que n podemos construir nossas proprias casas? enfim, quem foi o maldito que disse à sociedade humana que somos desvinculados da natureza?
Compramos nossas rações em supermercados, ao invés de obter da natureza nosso próprio sustento, por isso adoecemos e enriquecemos as indústrias farmacêuticas!!
Numa das aulas de história vimos os primeiros povos; egípcios, mesopotâmicos e hebreus......o que me inquietou sempre, foi pq o povo hebreu foi taum perseguido? pq eles incomodavam tanto à povos "mais evoluídos" q eles?...eu queria uma resposta histórica pra isso. COmo pode um povo nômade incomodar tanto?;...pois pra mim eu jah tenho a resposta.....a fé do povo hebreu os fazia livres!,...n kero discutir religião n, kero apenas dizer que o conjunto de crenças daquele povo não os separava de sua natureza primordial, ou seja, um ser natural q pertence a natureza! Que é dono do mundo inteiro! ( q n eh como nós, q dividimos o planeta em pseu-donos de terra e territórios), os hebreus sabiam-se donos do mundo! E hj em dia n eh pra ser diferente, devemos pensar como eles, pq afinal quem foi q instituiu a propriedade privada?? Eh outra ilusão hipócrita q vejo por aí, entre outras coisas.
Enfim, soh sei que o Homem eh um ser da natureza, como tantos outros que vemos por aí (mas ou menos como em "Avatar") e de repente fugiu de sua origem primordial, e começou a achar normal comer produtos industrializados, comprar pedaços de terra (????), obedecer a leis hipócritas e mais, internalizar o poder governamental e se sentir culpado por sentimentos e atitudes comuns à sua natureza , enfim, à um monte de anormalidades q nos fizeram acreditar que são normais!!!
Abra seus olhos!! Pq se n vai chegar um dia q vc vão te falar que pra ser feliz vc tem q "subir na vida" e se vc acreditar vai trabalhar q nem louco, n vai ver a vida! e ainda vai chegar no seu último dia na Terra e verá que essa foi a mentira mais imunda que já lhe disseram.
Viver a alegria hipócrita do faz de conta,...andei pensando na superficialidade das coisas, coisas momentâneas que para muitos podem soar como um "quê" de loucura mto loka...rs, mas pra mim soam com o não se envolver profundamente em algo, talvez um medo de experimentar a felicidade e junto com ela a possibilidade de que se finde.
Talvez isso seja muito humano mesmo, coisa comum o "não se envolver de verdade com as coisas", pq o mto loko mesmo eh mergulhar de cabeça na vida que é infinita por si só, ainda mais se considerarmos todos as suas possibilidades.
Pensando assim é como se um leque de possibilidades de ser feliz se abrisse diante dos meus olhos, e aí eu sou eu mesma a cada dia que passa, e digo isso com uma certeza infinita e uma segurança maior ainda, mesmo temendo sempre.....a solidão, a tristeza, a angústia e tantos outros sentimentos que nos destroem mas que é preciso sentí-los pq ao mesmo tempo me faz sentir viva de fato.
Existe um ponto....
Sim um ponto de luz na mente de Deus onde eu sou eu, vc eh vc e cada indivíduo eh único e sendo único é tb parte de Deus.
Sendo parte de Deus compartilha do amor perene e universal com o qual Ele permeia todas as coisas.
Permeia cada ação viva, cada lugar, cada sensação que não se consegue descrever, cada encontro há milênios já planejado, enfim, cada busca incasável por seu prórpio pedaço.
Busca esta já descrita há milênios por diversas mitologias....
Mas podemos pensar...
Como abarcar dentro de si algo tão Divino? tão grandioso?
Acredito que estar neste pulsar de Deus é caminhar com um "olhar" diferente para as coisas, se resume em buscar saber quem se é, em separar os véus ilusórios que caem pesadamente o dia-a-dia, e levantar esses véus é algo como se mirássemos de uma maneira diferenciada, não é se abster da vida, ao contrário, eh enxergar a vida!!!!
No mundo assumimos vários papéis sociais (mãe, pai, filho, pedreiro, vizinho, amigo, enfim...várias são as funções) e acabamos nos perdendo nelas achando q somos elas. E definitivamente NÃO! vc n eh! eu n sou! nem ninguém eh! Somos mais que isso, somos partes de Deus, e os papéis sociais q assumimos são apenas formas de exercer nosso verdadeiro papel.
Por vezes acredito que esse distanciamento de Deus pode vir recheado de miasmas, de sofrimentos passionais, de uma saudade doída sei lah do, sei lah de onde, mas nosso espírito busca sua forma e fonte essencial qual uma seta lançada ao alvo, e aí os caminhos da vida começam a nos propiciar um encontro verdadeiro com aquilo que somos verdadeiramente.....pontos de luz da mente de Deus.....
Viemos de um lugar onde o que se vê é apenas Amor. E qdo falo em Amor n falo da versão cinematográfica, falo de algo que se quer eu consigo explicar, mas eh algo Universal msmo e n poderia ter nascido de outro lugar que n fosse do ventre de Deus.
Amor que nada tem de frágil, mas que é singelo e nos move como um "não sei o q" q me diz que "devo fazer tal coisa", e realmente foge à lógica com a qual estamos acostumados fisicamente (mental concreto e por aí vai...)mas que nos move de tal maneira que nos incomoda qdo nos alerta à esse mesmo despertar, acordar pra Deus, q na verdade é enxergar o Amor.
E ainda no meio disso, acho q tudo assume um âmbito de estranheza, de descrença, mas mesmo repudiando nos sentimos incomodados, mexidos com aquilo de tal maneira que passa a ser impossível não pensar naquilo que nos incomoda tanto (e esse "aquilo" que nos incomoda pode ser um sonho, uma visão, um achismo, um sentimento, enfim....qlqr uma das "coisas" com as quais acabamos perdendo o contato tamanha a densidade da energia da face da Terra), que passa a ser impossível fingir que nada aconteceu.
Mas quando nos abrimos a tal experiência!!!!
Nossa! quando nos permitimos vivenciar, voltar ao seio de Deus, ao Ventre do Eterno, todos aqueles entraves que nos impediam de olhar as coisas sob essa perspectiva passam a ser o absurdo.
Permitir-se viver! pois esta é a vida de fato, voltar à essência de quem se é realmente, olhar o mundo com o Amor, o Amor de Deus, do Eterno presente em cada fagulha.
E o mais engraçado de tudo é que, agora, permitindo-se viver ouvindo à Terra reassuminos um compromisso, talvez, a muito tempo já esquecido e então passamos a entender a lógica quase irreal sob os parâmetros humanos, mas a única que é verdadeiramente palpável...
E aí então não há mais barreiras entre os mundos mto menos entre as esferas espirituais, as quais antes soavam como uma "ilusão" um "será msmo?" agora são vistas como aquilo que é natural.
Por detrás das cortinas ao invés de uma cena surreal descobre-se um mundo familiar e a felicidade em encontrar a si próprio é a mesma que recheia o coração do Eterno ao ver seu filho chegando ao Seu alento.
Na Floresta
Na floresta não existe nem rebanho, nem pastor
Quando o inverno caminha, segue seu distinto curso como faz a primavera
Os homens nasceram escravos daquele que repudia a submissão
Se ele um dia se levanta, lhes indica o caminho, com ele caminharão
Dá-me a flauta e canta!
O canto é o pasto das mentes
E o lamento da flauta perdura mais que rebanho e pastor
Na floresta não existe ignorante ou sábio
Quando os ramos se agitam, a ninguém reverenciam
O saber humano é ilusório como a cerração dos campos
que se esvai quando o sol se levanta no horizonte
Dá-me a flauta e canta!
O canto é o melhor saber,
e o lamento da flauta sobrevive ao cintilar das estrelas
Na floresta só existe lembrança dos amorosos
Os que dominaram o mundo e oprimiram e conquistaram,
seus nomes são como letras dos nomes dos criminosos
Conquistador entre nós é aquele que sabe amar
Dá-me a flauta e canta!
E esquece a injustiça do opressor
Pois o lírio é uma taça para o orvalho e não para o sangue
Na floresta não há crítico nem sensor
Se as gazelas se perturbam quando avistam companheiro,
a águia não diz: 'Que estranho' Sábio entre nós é aquele que julga
estranho apenas o que é estranhoAh, dá-me a flauta e canta!
O canto é a melhor loucura e o lamento da flauta sobrevive aos ponderados e aos racionais
Na floresta não existem homens livres ou escravos
Todas as glórias são vãs como borbulhas na água
Quando a amendoeira lança suas flores sobre o espinheiro,
não diz: 'Ele é desprezível e eu sou um grande senhor'
Dá-me a flauta e canta!
Que o canto é glória autêntica e o lamento da flauta sobrevive ao nobre e ao vil
Na floresta não existe fortaleza ou fragilidade
Quando o leão ruge não dizem: 'Ele é temível'
A vontade humana é apenas uma sombra que vagueia no espaço
do pensamento e o direito dos homens fenece como folhas de outono
Dá-me a flauta e canta!
O canto é a força do espírito e o lamento da flauta sobrevive ao apagamento dos sóis
Na floresta não há morte nem apuros
A alegria não morre quando se vai a primavera
O pavor da morte é uma quimera que se insinua no coração
Pois quem vive uma primavera é como se houvesse vivido séculos
Dá-me a flauta e canta!
O canto é o segredo da vida eterna e o lamento da flauta permanecerá após findar-se a existência.
Gibran Khalil Gibran
Enfim Paz..............
Enfim lar...............
Enfim o encontro............
Enfim a felicidade...........
Enfim a justiça...............
Enfim a alma.................
Enfim o Amor................
Enfim a Beleza.............
Enfim o caminho..........
Enfim as lágrimas de alegria.........
Enfim a consciência......................
Enfim Deus..................................
Enfim o Eu Sou............................
Enfim a quietude plena..............
Enfim a compreensão................
Enfim as respostas....................
Enfim as perguntas certas........
Enfim a luz................................
Enfim a certeza........................
Honra à ti oh Grande Rei!
O cavaleiro se aproxima do fim de sua jornada, a torre de marfim enfim está vazia.
Se olhares já conseguirá ver quem em meio à batalha permanece a observar e a nutrir a verdadeira Vida dentro do peito, que agora resplandece por chegar até aqui.
Olhe bem!
Mire e veja!
Entre as torres destruídas a vida brota novamente, e é exatamente ali, naquele instante quase mágico, que poderá reconhecer o agir daquele que é Eterno.
E um amor quase doído, Crístico, ensinado e vivenciado pelo próprio Cristo passa a brotar em cada milímetro de chão, em cada gota de orvalho, em cada coração humano e apartir daí seremos parte verdadeira de Deus, viveremos debaixo de Suas asas e voaremos livres! Livres como fomos por Ele criados.
NO alto das montanha ela vive. Lá está ela, em seu doce castelo está ela.
Certo dia algumas pessoas lá foram visitar, e a menina de olhos bem abertos pode seu castelo conhecer, era velho, com tacos quebrados e assentado em meio às grandes montanhas da serra. A senhora de vestes brancas e esvoaçantes, todos os dias, tocava um sino antigo cjuas badaladas ressoavam em todas as cidades da Mantiqueira. Em meio à um grupo de pessoas a senhora viu a menina e a ela quis ensinar a tocar o velho sino, ela segurava docemente em suas mãos e mostrava a ela como dar as badaladas e a ela passou esta função. O grupo se foi, mas a menina permaneceu no castelo, e ali passou a viver eternamente. O castelo se modificou, suas paredes se rejuveneceram repentinamente e o local passou a receber crianças de todas as idades durantes várias épocs do ano. Agora a senhora, ainda lá reside, mas não toca mais o sino, pois a menina, agora comm vestes azuis claras e sapatos amarelo ouro é a responsável por fazer badalar o sino.
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